(nota do editor)
Hoje ainda falam da vergonha que foi o concerto da Amy Winehouse. Falei antes do que se passou ontem na Bela Vista, como é este exemplo.)
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Uma palavra para o concerto dos Bon Jovi no Rock in Rio de Lisboa: PERFEITO!
Cheguei ao Parque da Bela Vista passavam 15 minutos da meia noite. Jonh Francis Bongiovi, Richie Sambora e companhia tocavam a super balada “Always”. No portão já se sentia o carisma da banda que marcou, durante pelo menos duas gerações, muitos dos que se encontravam em frente ao palco mundo. Era impressionante a sensação que se tinha à entrada, mesmo sem ver o palco, de que estava a acontecer um grande concerto.
Confirmou-se.
O melhor espectáculo de palco do Rock in Rio estava a ocorrer. Os Bon Jovi estavam a brilhar. Duas horinhas, seguidinhas, sem parar, com um alinhamento que fazia uma restrospectiva musical entre os temas mais importantes e marcantes da banda. O tema que mais gostei foi tema “When She Comes”, ligeiramente alterado, alteração essa que gostei imenso, pois Jon Bon Jovi teve a oportunidade de puxar imenso pelo público com o refrão “It’s all right… all right”. Mas no geral, penso que o tema que fez levantar mais o público, que até teve direito a fogo de artifício, foi o “Bad Medicine”. O meu amigo Luis carregou este vídeo no youtube, se clicarem sobre o video poderão vê-lo em alta definição (devem escolher essa opção em baixo do video do lado direito)
Já não assistia ao vivo a um concerto com este poderio… há muito muito tempo!
Do “ground zero” (palco mundo) para a (tenda não existente este ano) electrónica, a expectativa para ouvir um dos meus DJ’s favortitos era enorme. Carl Cox entraria em cena, sem que antes o brasileiro Carlo Dall´Anese desse cartas e mostrasse o seu valor. Eram 3h da manhã, e toda a gente se juntava em redor da tenda electónica, espalhando-se entre o Espaço Fashion e o Palco Sunset.
Carlo apresentou um som underground/tribal bem definido e interessante, fazendo uma boa passagem de testemunho para Carl Cox. Carl Cox entrou muito tímido, escolhendo um som muito techno, misturando mal com um “bass” fortíssimo. Mas… subitamente a tenda electrónica ficou sem som, só luz. Um problema técnico. 8/9 minutos depois volta Carl Cox, agora sim com um som muito melhor.
Contudo, o som apresentado pelo brasileiro Carlo Dall´Anese foi melhor que o de Carlo Cox. Mas é só uma opinião… Sinal mais ainda para o VJ (cujo nome não vejo mencionado em lado nenhum).
Bem resta-me confessar que só fui ao Rock in Rio porque me ofereceram um bilhete (a mim e a mais umas 20 pessoas) às 22h00 de ontem, durante um bom jantar num restaurante argentino do Bairro Alto. Ainda ponderei não ir… mas hoje, cansadito das pernas, não me arrependo nada!
Agora fico à espera que caia do céu um bilhete para o melhor dia do Rock in Rio, dia 6 de Junho. Gostava muito de ver (por ordem de preferência): The Offspring, Linkin Park, Kaiser Chiefs, DJ Vibe, Orishas, Tó Ricciardi e Muse. Não há para aí uma alma caridosa que queira contribuir para esta causa?
LOL