
Morreu Paul Newman, um dos meus favoritos actores. “A cor do dinheiro”, filme que lhe valeu o Óscar de melhor actor principal, era apenas um dos meus favoritos…
Ah… é verdade… era um fã de Badminton convicto e assumido!

Morreu Paul Newman, um dos meus favoritos actores. “A cor do dinheiro”, filme que lhe valeu o Óscar de melhor actor principal, era apenas um dos meus favoritos…
Ah… é verdade… era um fã de Badminton convicto e assumido!
Nuno Valente informou a Federação que vai renunciar à selecção…
Rapaz, não será estúpido preocupares-te com isso? É como o Jardel ir à Federação Brasileira dizer o mesmo! Ou até eu!
A sério, obrigado por avisares… Não vá o Queiroz contar contigo e depois é uma chatice…
Benfica recebe o Sporting sábado. Enquanto benfiquista, acredito fiel e convicto que vamos ganhar. Estupidamente ou não, sou um daqueles adeptos que quando ganhamos fico todo feliz e com as expectativas lá no alto, e quando perdemos passo uma fase de irritação e distanciamento… mas passa-me, geralmente a crise leva dois dias…
Mas o que mais me irrita é o que se vê escrito na banca dos jornais. O meu amigo António Boronha, antigo dirigente federativo (ex vice presidente da Federação Portuguesa de Futebol, ex presidente do Farense), escreveu no seu blog uma análise engraçada e interessante a uma capa do jornal A Bola a propósito dos “ases” que Quique tem para lançar, post intitulado de “póquer alho“.
É um blog que leio diariamente, e que recomendo.
Não quero estar constantemente a comentar o estado actual, problemas, situações caricatas, escolhas, directrizes, opções…
Mas…
Acho oportuno informar (aos interessados) que devem ler o post de um grande amigo, o Sr. José Manuel Almeida, no blog do também grande amigo Prof. Bento (http://josebento00.blogspot.com/). Uma excelente visão sobre o estado actual, algumas propostas. Bom, muito bom!
Ah… e a propósito de nomeações ou novos cargos (ou seja lá o que for), a menos dignem-se de informar qual é o papel que desempenhará o Prof. Luís de Carvalho na Federação.
Somos pequenos para umas coisas, grandes para outras. Ou seja, quero dizer com isto que aquele argumento típico e muito usado “somos tão poucos, temos que ser unidos, temos que trabalhar juntos” na minha opinião são falsos moralismos enquanto existirem decisões/estratégias que estão distantes daqueles a que mais dizem respeito, como são os atletas e os treinadores.
Principalmente aqueles que lutaram imenso nos últimos anos, para o bem da modalidade. Para a divulgação. Para tudo… Neste lote, desculpem-me, incluo-me com todo o mérito (e trabalho desenvolvido). Mas infelizmente as pessoas não se dão ao respeito, e ignoram, excluiem, exterminam, afastam, aqueles que muito fazem!
Pronto… foi só um lamento… bato mais uma vez o drive para fora!
Tivemos muitas vezes para jantar no tal Hotel Marriott em Islamabad (mais propriamente à saída de Rawalpindi), onde explodiram as bombas no passado sábado. Este hotel ficava no final da avenida onde se situava o nosso hotel, sensivelmente a 1/2 Km de distância…
Era, segundo nos diziam, o Hotel mais bonito/moderno/caro de Islamabad. Era ali que supostamente iríamos jantar pelos míseros… 4 US$. 4 dólares americanos, por um jantar de luxo…
Pois, parece que sim… e os textos serão publicados na América (ver notícia no Público).
A mim parece-me mais que o Mr. Laden tenha uma veia poeta, artistica, whatever… DRAMÁTICA!
Parece que sim. Notícia no Correio da Manhã…
Eu a pensar que aos do Governo de Sócrates chamava-se outra coisa… sou mesmo “anjinho”…
A edição online da revista Blitz avançou hoje que o cantor/compositor Van Morrison vai banir bebidas alcoólicas dos seus concertos, para conseguir cantar sossegadinho durante os actos.
Van Morrison, 63 anos, que já teve problemas com o alcoolismo nos anos 70 e 80, reclama por esta “regra” que pode levar na minha opinião a concertos mais “cleans” para quem quer ouvir música. Admito que admiraria que esse princípio chegasse a um leque de artistas mais amplo, também para evitar o desinteresse muitas vezes demonstrado por diversos músicos em palco, com as vicissitudes lamentáveis que ocorrem muitas vezes no auditório, muitas vezes directamente ligadas ao consumo excessivo de álcool.
O presidente sul-africano Thabo Mbeki foi acusado por um juiz de ter interferido juntos dos investigadores que procuravam acusar o seu rival (e provável sucessor) Jacob Zambu de vários crimes, mas que na semana passada se viu totalmente ilibado. O seu partido, ANC, imediatamente pediu a sua resignação, tendo hoje Mbeki anunciado que se irá demitir.
Enfim, sem comentários…
No comments…
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“É desejável que os combustíveis que nós usamos nos nossos carros baixem o mais rapidamente possível”. “Há alguma carga especulativa feita pelas petrolíferas internacionais”. “Há uma relação bastante próxima, mas não coincidente entre os preços do petróleo e os preços dos produtos.
Este efeito pode não ser no dia seguinte, mas acredito que seria totalmente anormal se esta tendência não se reflectisse”. Quem tais declarações proferiu não foi um analista do mercado petrolífero; foi o ministro Manuel Pinho. Assim formulada a questão -pelo titular da pasta da Economia – poderiam os mais distraídos cidadãos supor que se tratava de um sinal. Que estava a ser preparada uma intervenção, caso a acentuada quebra do preço do crude nos mercados internacionais não se reflectisse no da gasolina e do gasóleo. Pura ilusão, se analisada a sua margem de manobra neste domínio.
O Governo – Pinho sabe-o melhor do que ninguém – não está em condições de meter prego nem estopa num mercado liberalizado. A Autoridade da Concorrência, uma entidade independente, pode e deve regular o sector, verificar se há violação das regras, apertar a vigilância sobre eventuais práticas de concertação de preços entre as empresas. Daí à imposição administrativa de preços vai um passo de gigante. Discorde-se ou não, foi esse o caminho há anos traçado. Não consta que o Governo PS esteja disponível para mudar uma vírgula que seja na arquitectura do sistema. Menos ainda estará para levar um puxão de orelhas de Bruxelas, se se atrever a fazê-lo.
O que resta, então? Dito de outra forma: que efeito tem o que disse o ministro da Economia, a não ser a expressão de um desejo, do tipo “era fixe que gastássemos menos em gasolina”, que qualquer um de nós também formula? Objectivamente, as declarações não aquecem nem arrefecem. Sendo proferidas por um ministro, só pode concluir-se que mais valia ter permanecido calado.
Foi mais ou menos isso que sugeriu o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas, instado a comentar as afirmações. Sem preocupações de moderação verbal, José Horta atirou a Pinho uma mão cheia de setas certeiras: “Creio que o verbo usado pelo senhor ministro foi ‘desejava que os preços descessem’. Falou mais como intérprete dos desejos dos consumidores do que propriamente como governante responsável pelas políticas energéticas”.
Já não seria pouco este raspanete a um ministro que, se bem interpreto as observações de Horta, ousa meter-se onde não é chamado. Sucede que Manuel Pinho ainda teve de passar pela “vergonha” de ser, digamos assim, olimpicamente ignorado. A BP decidiu aumentar o preço da gasolina em um cêntimo. Como quem diz: “Toma lá, que já almoçaste”.