Posted in Fevereiro 2009

Made in Portugal

Mariza no The Philadelphia Inquirer de hoje.

Excelente… :)

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Ontem foi bailinho…

Portanto esta semana não falo de futebol!

Miss Dinamarca. Ãh?

Na semana passada estive em contacto com a minha amiga Lauren Todt, jogadora de Badminton americana que neste momento vive na Dinamarca.

“Às páginas tantas” da conversa habitual (“então? tás fixe? como tens andado? quando nos vemos num torneio? o Badminton em Portugal continua na mesma m3rd4?), a Lauren lembrou-se de me contar que num voo entre Londres Heathrow e Copenhaga conheceu a Miss Dinamarca. Curioso é que a tal, a dita cuja, era “half -african”, como quem diz, tinha uma cor pouco usual no reino da Dinamarca. E não é que a rapariga é mesmo “unsual”?

Chama-se Maria Sten-Knudsen. E mistura-se melhor na neve que as loiras lá do sítio…

Chris Cornell pirou de vez!!!

Passou-se. Deve ser uma crise de meia idade. O recente trauma para os seus fãs (como eu) foi qualquer coisa como juntar-se a Timbaland (coitado não tem culpa disto), e o resultado piroso foi este:

Isto é um misto de videoclip de Britney Spears, com um toque pop porto-riquenho, e a pimbalhada típica do americanismo comercial…

Oh meu Deus… mas o homem endoideceu? Só pode…

E agora as diferenças. Duas amostras.

Chris Cornell nos Soundgarden:

Chris Cornell nos (magníficos) Audioslave (com Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk dos Rage Against the Machine):

Passou-se… :/

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The Curious Case of Benjamin Button

Lindo. Genial. Dramaticamente delicioso.

É diferente. Não sei se agrada ao senso comum, eu adorei. 2H45m de conteúdo. Excelente argumento, excelente prestação de Brad Pitt.

Merece muitos Óscares. Não sei se os 13 (bateria os records de Senhor dos Anéis, Titanic ou Ben Hur com 11 nomeações), mas muitos merece concerteza.

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Is this Atlantis?

Interessante! Edição de hoje do jornal inglês The Sun. A ver (e não perder) aqui.

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Quiz 1

Quem disse a frase: “O meu tio não se freeportou bem”?

O meu amigo António Boronha alerta…

Ler aqui. E anda muita gente a pregar aos dirigentes, treinadores e atletas deste país por um desporto melhor, mais justo, mais claro, menos dúbio.

Qual Regime Jurídico, qual quê…

Programa de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado

Gostava de perceber porque é que o Sr. Sócrates, que odeia a Madeira, não contemplou nenhuma autarquia madeirense nesta “esmola”…

Ver notícia do Expresso aqui.

rograma de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado

Fica a pergunta no ar, em tempos que antecederão as visitas do PM à Madeira. Razão para assobiá-lo vivamente? PENSO QUE SIM!

Badminton em Portugal, parte 10002

No Badminton em Portugal existe(m):

- um técnico nacional que nada manda, que não escolhe, que não treina atletas de alta competição. Porque não o deixam, pois desejo já ele demonstrou. Sim, porque existe um fetiche incrível para que ele permaneça em Coimbra a treinar uma e apenas uma atleta de AC, esquecendo que em breve a casa mudará para as Caldas. Enfim…

- informações privilegiadas para certas e determinadas pessoas sobre assuntos que não justificavam tal “difusão”. O Campeonato da Europa foi um sinal claro disso: muitos souberam da convocatória antes da publicação da mesma, justificada com regras dúbias e jamais explicadas.

- dirigentes que não sabem o que fazer com os atletas, não lhes arranjam soluções (e só problemas), e que não apresentam soluções. Existe um problema de dirigismo na modalidade em Portugal. A todos os níveis. Não há soluções, só problemas.

- um mal desgraçado que é mudar de atitude como do dia para a noite: atleta/treinador que muito diziam mal da FPB agora calam-se ao sabor de um vento que por sinal até lhes é favorável. A isto chamo oportunismo e falta de personalidade.

E pronto, por hoje é tudo. Já desabafei.

Na actualidade…

Hoje perguntaram-me se ainda concordava com o casamento homosexual.

“Não sei, mas acho que agora não concordo muito!” disse eu, muito envergonhado. De pronto retorquiram com outra (não menos envergonhada) pergunta: “então mas agora mudaste de opinião?”. Vergonhas à parte finalizei: “Mudar de opinião não é uma vergonha ou derrota pessoal, demonstra que tens abertura para ouvir novas opiniões, novos pensamentos, e que os argumentos que tens na tua cabeça não são suficientemente bons para concordares a 100% em algo concreto!”.

Bem… mas passando ao ponto de vista. Do casamento à adopção é um passo, todos nós sabemos isso. E não permitir que duas pessoas homosexuais casadas possam adoptar, é do ponto de vista jurídico inaceitável. Isso sim seria descriminar.

Por isso nem casamento nem adopção. Porque a primeira facilita a segunda, e a segunda será uma consequência da primeira. E a adopção por homosexuais está provado que não é um processo “natural” para a criança.

Ah… e deixem-se lá do argumento de que a adopção por homosexuais iria resolver os inúmeros casos de crianças nas instituições à espera para adopção. Os números e dados são claros: o problema está na selectividade (raça, doença, contacto anterior com família, etc) que se faz, não no número de casais com interesse. E mais… as questões borucráticas terão que ser ultrapassadas também. Agora a homosexualidade não resolve. Não quero com isto dizer que não existam homosexuais que soubessem educar bem…

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Cinefilia

Já tenho o “Slumdog Millionaire”, mas hoje à noite vou ver o “Estranho caso de Benjamim Button”. O próximo que se segue será “Man on Wire”, nomeado para melhor documentário do ano, produzido por James Marsh, é o documentário sobre o que foi considerado “o crime artístico do século”.

Reza a história que a  7 de Agosto de 1974, um jovem francês Philippe Petit andou durante uma hora sobre um cabo de ferro suspenso entre as duas torres do World Trade Center, em Nova Iorque, sem qualquer equipamento ou rede de segurança. Imediatamente depois, foi preso juntamente com um grupo de cúmplices, com quem planeou o “golpe” em segredo por oito meses.Usando materiais de arquivo, o filme reencena o engenhoso trabalho do grupo e entrevista todos os envolvidos neste que ficou conhecido como “o crime artístico do século”.

Interessante hummm?!?!

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E triste…

É triste constatar que existem jornalistas que escrevem, escrevem, escrevem em notícias uma imensidão de contra informação, mentiras, injúrias, e maldades encomendadas sem fim, e que quando têm uma oportunidade de fazer um artigo de opinião, limitam-se a noticiar. Enfim…

Disse limitam-se, porque existe mesmo um limite. Estão limitados profissionalmente. Pouco capazes.

Vocês sabem do que é que eu estou a falar…

Quando arranjar um emprego…

Vou passar a fazer disto um hobbie.

LOL

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